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Ansiedade e preocupação

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Uma grande fonte de ansiedade tem a ver com objectivos, principalmente quando deles depende a nossa auto estima ou algo identicamente valioso.

É importante que os objectivos sejam colocados no tabuleiro certo: metas realizáveis com a competência de que dispomos, cujo sucesso celebramos, sem condicionar a nossa auto estima.
Na PNL, procuramos atender à qualidade da experiência subjectiva e somática.
Algumas sugestões para lidar com a ansiedade:

Atender. O que se passa? O que quero obter? Quais são as dificuldades? Como as sinto? Onde e como no meu corpo se desenvolvem as sensações correspondentes. Têm forma, peso ou movimento? Quando fazemos estas observações sem julgamento, podemos interromper o processo que alimenta a ansiedade.

Distinguir e focar. O que está em jogo? A que outras coisas eu não estou a atender e que são realmente importantes e positivas na minha vida? De que recursos disponho e posso activar para me sentir como quero? Se nada mais me distrair a que presto atenção? O que é realmente importante acerca de estar aqui agora?

Resignificar
. Que sentido diferente pode ter a situação que me incomoda?
Isto que sinto poderá significar outra coisa?  Li uma entrevista com Bruce Springsteen em que ele confessava que tinha sentido ansiedade de palco. Um dia, nos ensaios, decidiu olhar bem para a sensação correspondente e interrogou-se sobre que outra coisa isso poderia significar. Obteve uma resposta clara: Excitação, visto que adorava tocar guitarra e cantar as suas canções. Desde esse momento, passou a sentir excitação positiva e não ansiedade.

Como se. Como seria se tivesse já atingido o seu objectivo, visto que tem ou vai obter as competências necessárias? Como seria se tivesse aquele recurso que acha que lhe faz falta? Como seria se fosse capaz de conseguir o que +e importante para si?
A moldura de pensamento ‘Como se’ ajuda a passar para o lado de lá de dificuldades que só são grandes na perspectiva distorcida da mente preocupada.

Editar o filme. Na prática, o nosso contacto com a realidade passada e futura não passa de pequenos filmes que passam em repetição no teatro da nossa mente.
Sugestão: mudar a qualidade do filme alterando as características que lhe dão forma, tais como distância ou tamanho das imagens. Movimento, ritmo ou vibração. Cor e brilho. Volume e outros atributos da banda sonora. Experimente mudar cada uma destas características e escolha as que o fazem sentir-se melhor.Crenças. Aquilo que acreditamos condiciona os resultados que obtemos.De que nos servem competências se não acreditarmos que as podemos usar? Ou, pior, que não merecemos ter sucesso ou somos inadequados para a missão de vida que escolhemos?Crenças limitadoras são uma enorme fonte de incongruência na nossa vida. Limitam o nosso potencial e condicionam escusadamente a qualidade de vida.
Não nascemos com elas – de alguma forma as aprendemos de alguém ou as gerámos em resposta a situações específicas onde elas deram sentido à experiência.Uma vez aprendida, uma crença tende a generalizar-se. Se falhámos um objectivo, provavelmente falharemos outros, sempre…
A mudança de crenças limitadoras para capacitadoras é uma das áreas em que a PNL tem modelos e ferramentas muito poderosas. Este tema está desenvolvido em outros artigos disponíveis no meu site www.carlosbaltazar-pnl.pt

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