fbpx
Coisas do mundo realIdeias que mexem

Cuidado com o piloto automático

Partilha em
RSS21k
Follow by Email8m
Facebook0
Twitter6k
YouTube2k
Pinterest4k
LinkedIn10k
Instagram8k

A nossa mente e o seu órgão de suporte, o cérebro, adoram padrões e rotinas. Ter caminhos já percorridos dá-nos uma sensação de segurança e poupa energia preciosa. Muitas vezes até entramos num estado de consciência diminuída a que podemos chamar piloto automático.

É confortável confiar no piloto automático para desempenhar grande parte das tarefas do nosso dia-a-dia. Mas esta delegação de poderes tem os seus perigos. A certa altura, quem comanda quem? Talvez o piloto automático ganhe autoridade e alargue o domínio da sua actuação. Pior, o estado de consciência diminuída pode tornar-se frequente, talvez dominante, quase contínuo…

Naturalmente, o piloto automático não passa de uma metáfora. Assim como é uma metáfora a ideia que a nossa vida se pode comparar a um tabuleiro onde jogamos um jogo que não controlamos e muitas vezes não escolhemos.

Mente em piloto automático a jogar um jogo cujas regras ignoramos ou sentimos como feitas para nos fazer perder é uma combinação potencialmente perigosa.
Deveríamos periodicamente sujeitar-nos a uma revisão geral mental, como fazemos aos nossos automóveis. E podemos interrogar-nos:

  • O jogo da vida em que tão afincadamente participamos, estaremos a jogá-lo no tabuleiro certo? 
  • Será que estamos a seguir regras obsoletas e por isso não marcamos pontos? Já agora, quem confere os pontos e que autoridade tem para ser o árbitro?
  • Precisamos mesmo do prémio do jogo? 
  • Queremos ainda atingir aquele objectivo que nos parecia antes tão sedutor?
  • Os critérios de sucesso que governam a nossa vida foram definidos por quem?
  • Quando? Em que circunstâncias?
  • Os valores que organizam o nosso sistema de crenças ainda nos motivam? 
  • A ideia que temos de nós mesmos não precisará de ser revista e aumentada?
  • Pode acontecer que a imagem que de nós fazemos seja a replicação da imagem que outros fazem de nós?
  • Aqueles fracassos e insucessos que lamentamos podem ser relidos como etapas de uma aprendizagem. Como podemos reciclá-los?

Como é óbvio, ao fazermos estas perguntas estamos num estado de consciência aumentada, livres do jugo do piloto automático a quem, afinal, podemos confiar as tarefas rotineiras porque sabemos que outro nível de consciência está alerta para tomar as decisões fundamentais da nossa vida.

Para ganhar direcção sobre o seu jogo nos tabuleiros da vida, um curso de PNL pode dar-lhe as ferramentas e perspectivas que farão toda a diferença.
Para saber mais: https://coachpnl.pt/

6

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


Página facebook