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Ideias que mexemPNL em prática

Podemos pedir tudo desde que aceitemos o Não

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Podemos pedir tudo desde que não receemos o não. 
Podemos pedir e esperar aprovação externa mas não podemos exigir que os nossos parceiros nos validem constantemente e nos compensem por agressões passadas à nossa auto-estima.
Deixaremos de temer o não quando aceitarmos que a recusa a um pedido nosso é uma decisão livre do outro, que não nos desvaloriza. 
A conquista da assertividade é também a afirmação do nosso estatuto de seres adultos.

“Porque temos acesso a tanta sabedoria e, ainda assim, não temos a força e a coragem para agir segundo as nossas boas intenções, tomando decisões eficazes? E, mais importante, porque continuamos a expressar-nos de maneiras contrárias aos nossos valores e a tudo aquilo em que acreditamos?” Deepak Chopra

É universal o desejo de ser reconhecido e ser considerado importante e válido – todos o partilhamos com maior ou menor intensidade. A questão relevante está na forma e na dependência.
Temas a considerar:

  • Quem aprova e valida?
  • Que autoridade têm estes agentes?
  • Trata-se de um poder natural ou foi atribuído por ti? Exemplo: um chefe tem o poder de criticar um trabalho específico mas não o de te aprovar ou desaprovar enquanto pessoa. Um amigo pode dar-te uma opinião valiosa mas talvez não seja um ‘expert’ no assunto, etc…
  • Com que frequência precisas de aprovação?
  • De que modos a solicitas e de que formas a aprovação deve ser dada para que sintas o seu efeito?
  • Controlas o estado em que ficas quando fizeste algo bem feito e não recebeste a esperada aprovação?

A questão do Critico Interior

Como seres gregários que precisam de funcionar em sociedade, é natural que procuremos um equilíbrio pessoal entre as fontes de validação externa e interna. Muitas vezes procuramos a validação externa, com risco de criar dependência porque o nosso crítico interior é demasiado activo, exigente e impiedoso.

Se for este o caso, proponho que uses esta abordagem, a partir de uma ideia de Steve Gilligan, um conhecido hipnoterapeuta Ericksoniano e nome importante da PNL.
Em cada situação em que sintas a presença do crítico interior, experimenta as 3 energias de ‘auto coaching’:
1. Ternura. Estou a usar suficiente energia de envolvimento caloroso e terno na apreciação que faço de mim mesmo?
2. Ousadia/Determinação. Disponho desta energia focada e persistente? Como seria se a tivesse em abundância?3. Diversão/Humor. O que seria diferente se visse a situação com esta energia divergente, ‘fora da caixa’ e criativa?

E ainda:
Como será estar focado na Ternura, dispondo de Ousadia e Humor? E estar focado na Determinação e dispor de Ternura e Humor? E, centrado na Diversão, usufruir de Ternura e Ousadia?

RESUMO
Poderemos pedir tudo o que quisermos quando estivermos dispostos a receber um ‘Não’.
Isto é, quando entendermos que a resposta do outro não representa desaprovação sobre quem nós somos nem é uma definição do nosso intrínseco merecimento.
Se alguém nos faz sentir mal, provavelmente isso só acontece porque, de alguma forma, lhe demos esse direito. Portanto, é preciso dar acesso restrito ao grupo de pessoas a quem permitimos que nos validem. E, naturalmente, precisamos de desenvolver a capacidade de validação interior, conforme os nossos princípios, valores e propósito de vida.

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