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Sentimentos, Interpretação e Narrativa

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Quando descrevemos os nossos sentimentos acerca de qualquer coisa que nos magoou, temos tendência a inserir um pedaço da nossa narrativa. Exemplo: ‘Sinto-me traído…’ ‘Sinto-me abusado… ‘
Se isto acontece, comecemos por honrar o sentimento, respeitando-o. Algo grave sucedeu e eu sinto-me mal acerca disso. 
Mas, de facto, traído e abusado não são sentimentos em si (como são triste ou zangado) mas contêm uma acusação: alguém me traiu ou abusou.
O problema com as acusações é que trazem consigo um julgamento e colocam a direcção dos sentimentos fora de mim. Consequência: Eu torno-me indefeso e incapaz de escolher o meu estado anímico e emocional.
Para a PNL, é muito importante estar no lugar da Causa, tomando posse dos seus próprios processos e desenvolver a Acuidade Sensorial- recolher e interpretar informações recolhidas pelos seus sentidos.

Consideremos a origem de um sentimento. Algo aconteceu e eu sinto (o meu corpo sente) a presença de uma certa configuração energética de que gosto ou não gosto.
Isto é, sinto-me bem ou mal.
Posso situar a sensação algures no meu corpo. Com mais atenção dirigida para mim mesmo, posso reconhecer que a sensação tem um tamanho, um peso e um movimento.
Aí, o sentimento deixa de ser algo vago e passa a ser objecto da minha atenção. Exemplo: sinto uma bola pesada do tamanho de um punho a rodar no meu peito. Ao fazer isto, posso deixar atenuar o peso, reduzir o tamanho, diminuir o movimento…libertar a sensação.
Façamos uma viagem no tempo em direcção ao que esteve atrás do sentimento, de onde veio.
Ao contrário das emoções de protecção que constituem respostas quase instantâneas a algo que nos ameaça, os sentimentos reactivos são o resultado da apreciação que fazemos da percepção que tivemos de certo evento.
Isto é, algo acontece, e eu apercebo-me desse evento, criando uma representação interna. E atribuo um significado, interpreto de algum modo. Esta interpretação já é condicionada pela minha história de vida, pelas minhas crenças e valores, pelas minhas memórias e decisões tomadas no passado.
Para a PNL, esta descrição é um modelo que não pretende ser ‘verdadeiro’ mas sim útil e prático. O que podemos então fazer para sermos donos dos nossos sentimentos?
Além de dar uma especial atenção às sensações, desenvolvendo a nossa capacidade de observação, como explicado acima, é importante usar uma linguagem que nos ajude a dissipar sentimentos de má qualidade e a usufruir melhor dos sentimentos que nos trazem gratificação profunda e alinhada com os nossos valores.

A linguagem é um dos factores para a construção dos nossos estados pois é através das histórias que nos contamos que certos sentimentos são mantidos e replicados.
Quanto tempo um gato fica zangado depois de uma briga? Quanto tempo nós somos capazes de permanecer em estado de ira ou raiva porque, por exemplo, mantemos uma história de vitimização ou de foco no problema?

Um curso de PNL é a melhor forma de aprender a dirigir a sua mente, desenvolvendo a capacidade de dirigir os seus processos interiores e viver estados de qualidade.
Pode contactar-me para saber que oportunidades de formação eu tenho disponíveis para si.

Próximos cursos:
Lisboa: https://coachpnl.pt/certificacao-pnl-em-em-lisboa/ e https://coachpnl.pt/curso-pnl-12-segundas-feiras/

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